Nesse dia, que muitos equivocadamente chamam de Dia do Trabalho, como se o trabalho em si produzisse riqueza e não quem o realiza, nesse caso nós homens e mulheres trabalhadores, tem-se o resgate da história de quando e porque essa data foi criada. É válido, mas hoje queremos falar do tempo presente.Estamos sendo atacados sem trégua em nossos direitos. Seja trabalhadores da inciativa privada ou servidores públicos. Depois de várias conquistas, somos obrigados a defender o que conseguimos, em vez de avançar em mais conquistas que são nosso direito. E por quê?

Porque um coisa chamada NEOLIBERALISMO econômico quer arrancar tudo dos trabalhadores. E quem defende esse tipo de política nem cara tem muitas vezes. Estão tudo junto e misturado em fundos pensão trilionários controlados por bancos, e que têm como administradores algoritmos ou gente desalmada.
O neoliberalismo nasceu nos EUA e frutificou aqui em venda de estatais, em reformas trabalhista, previdenciária e agora, se deixarmos, também a administrativa que vai ferrar tudo de vez. O neoliberalismo deu em Paulo Guedes, o odiador de pobres, de empregadas domésticas e porteiros.
O novo presidente estadunidense, Joe Biden, fez um pronunciamento em vídeo divulgado em fevereiro (veja abaixo) onde resgata o papel central dos trabalhadores e dos sindicatos para um economia e sociedade saudáveis. A fala é importante porque vem acompanhada de ações concretas do seu governo que enterram de vez esse período macabro neoliberal que começou a ser colocado em prática pelos Chicados Boys no Chile sob a ditadura Pinochet nos anos 1970.
Não à toa Guedes é um desses boys e estava lá participando dessa tragédia que os chilenos começaram a colocar fim em 2020.
Nos anos 1980, o Reino Unido sob Margareth Thatcher, e os EUA, sob Donald Reagan, espalharam essa desgraça no mundo todo. Depois de 40 anos, o neoliberalismo chega ao fim naquele. E nós, trabalhadores, devemos enterrar de vez essa política assassina aqui no Brasil.
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