Quando o padre Joseph Wresinskin escreveu o relatório conhecido como “O dia 17 de outubro de 1987, na ocasião da inauguração de uma pedra comemorativa em combate à erradicação da pobreza pde pobreza econômica e social” e o apresentou na Praça dos Direitos Humanos e Liberdade, em Paris, não esperava que juntaria cem mil pessoas em protesto às vitimas da pobrsza, e nem que seu trabalho ajudadia a criar, na França, um conjunto de leis de proteção social.
A repercussão inspirou a Resolução 97/196 da Assembléia Geral das Nações Unidas, que em 22 dezembro de 1992, elegeram o dia 17 de outubro como o Dia da Erradicação da Pobreza.
Atualmente no Brasil vivemos um antagonismo à data tão importante, que defende o fim da pobreza, quando o nível de miserabilidade cresceu exponencialmente.
É perceptível a situação de subempregos, onde temos a informalidade proveniente da quebra dos direitos trabalhistas e da crise inflacionária que nos assola.
Tal fator potencializado pela pandemia aliado à falta de investimentos econômicos do governo federal no setores que fazem girar a economia, nos faz temer que talvez a data de hoje seja um ideal utópico, onde milhões de famílias brasileiras ainda buscam o mínimo de dignidade: três refeições diárias.
Não é possível naturalizar a imagem de pessoas desesperadas revirando restos em busca de alimento. É preciso atentar para as ações cotidianas de extermínio e genocídio do povo pobre por parte do governo Bolsonaro. Como diria o poeta, gente ė pra brilhar, e não pra morrer de fome.
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